Incidente com faca na escola primária de Hattorf: polícia investiga após briga
Um menino de nove anos ficou ferido no pátio da escola em Hattorf no dia 9 de julho. A polícia está investigando após uma discussão.

Incidente com faca na escola primária de Hattorf: polícia investiga após briga
Um incidente perturbador ocorreu no pátio da escola primária em Hattorf, no distrito de Göttingen. Na tarde de quarta-feira, 9 de julho, um menino de nove anos ficou levemente ferido em uma briga com vários adolescentes. De acordo com informações de Tageblatt de Göttingen A polícia teve que ser chamada depois que uma faca foi mostrada, que não foi usada, mas aparentemente apenas empunhada. Os antecedentes exatos do incidente não são claros, uma vez que a escola foi fechada devido às férias de verão e a polícia iniciou imediatamente uma investigação.
O aumento da violência com facas entre crianças e jovens é um desenvolvimento alarmante em toda a Alemanha. O ZDF hoje O relatório destaca que os ataques com faca entre jovens estão a aumentar não só em Hattorf, mas também noutras partes da Alemanha. Por exemplo, uma criança de 12 anos em Berlim-Spandau foi vítima de um ataque com faca. Os dados são alarmantes: em 2023 ocorreram mais de 3.500 ataques com faca na Renânia do Norte-Vestfália, um aumento de 43 por cento em comparação com o ano anterior. A maioria dos perpetradores são do sexo masculino e muitos deles têm menos de 21 anos.
A realidade nas escolas
Se olharmos mais de perto para o clima nas nossas escolas, descobrimos que quase um em cada dois professores na Alemanha observa violência entre os alunos Estatista descobri. O número crescente de crimes violentos, especialmente em ambientes escolares, continua a ser um problema grave. Os professores relatam um aumento no bullying e nos ataques físicos, enquanto os alunos se sentem cada vez mais inseguros na escola.
Para aumentar a segurança nas escolas, algumas autoridades já estão a tomar medidas preventivas. Em cidades como Essen, está a ser desenvolvido um novo conceito de segurança que, para além de mudanças estruturais, inclui também forças de segurança adicionais e a promoção da tolerância e da tolerância à frustração. A pandemia de coronavírus exacerbou o problema, com muitos estudantes a debaterem-se com as consequências do isolamento e do stress, o que se reflete num aumento da violência.
O caminho a seguir
Para contrariar estas tendências preocupantes, os especialistas apelam às escolas e aos pais não só para que se envolvam no diálogo, mas também para que promovam programas de prevenção da violência. Um bom exemplo disto vem do IGS Büssingweg em Hanôver, onde professores e pais trabalham em conjunto para combater a violência e o bullying na vida escolar quotidiana.
Um passo importante também poderia ser aumentar a conscientização sobre os perigos do uso de facas. Em Bielefeld, por exemplo, a polícia informa os estudantes sobre os riscos e conscientiza-os de que a violência não é a solução. A questão permanece: Como podemos nós, como sociedade, garantir que as crianças e os jovens possam aprender e crescer num ambiente não violento no futuro?