SGS Essen à beira: crise inesperada na Bundesliga feminina

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A SGS Essen luta pela sobrevivência na Bundesliga feminina. Desafios financeiros e incertezas desportivas caracterizam a situação.

SGS Essen kämpft in der Frauen-Bundesliga ums Überleben. Finanzielle Herausforderungen und sportliche Unsicherheiten prägen die Situation.
A SGS Essen luta pela sobrevivência na Bundesliga feminina. Desafios financeiros e incertezas desportivas caracterizam a situação.

SGS Essen à beira: crise inesperada na Bundesliga feminina

As coisas ficaram difíceis para o SGS Essen na Bundesliga feminina: depois de quatro jornadas, as jogadoras encontram-se na parte inferior da tabela, onde as preocupações com o rebaixamento são cada vez mais prementes. O clube, que está na primeira divisão há 22 temporadas, não só enfrenta maus desempenhos, mas também se encontra numa situação desesperadora porque carece de uma equipa masculina financeiramente forte para o apoiar. Este facto diferencia o clube dos restantes clubes da Bundesliga, muitos dos quais contam agora com o apoio de um clube masculino. Os relatórios taz que o treinador de sucesso Markus Högner, que mudou recentemente, talvez pudesse trazer a reviravolta urgentemente necessária.

Esta nova mudança na equipa técnica e a saída de Markus Högner para o BVB ilustram a incerteza no clube. Os novos no cargo são o chefe da equipe, Robert Augustin, e o técnico Thomas Gerstner, que afirmaram querer mudar as condições gerais e o estilo de jogo. Mas em vez de desencadear uma exibição de fogos de artifício de movimentos ofensivos, as novas abordagens não parecem ser frutíferas até agora. Com uma equipa jovem e com grande potencial, não é possível criar oportunidades claras de golo e a defesa parece tudo menos estável.

A competição aguça os sentidos

A atmosfera na Bundesliga feminina mudou significativamente nos últimos anos. Como Deutschlandfunk explica, times tradicionais como o Turbine Potsdam, que já foi campeão múltiplo e vencedor da Liga dos Campeões, sofreram um revés amargo nesta temporada e foram rebaixados para a 2ª liga. Tais desenvolvimentos criam concorrência adicional, especialmente com a crescente influência de clubes como o Borussia Dortmund e o Schalke, o que levanta a questão de quanto tempo a SGS pode permanecer independente.

A SGS Essen também manteve discussões de cooperação com clubes regionais, mas o clube planeia permanecer independente. Markus Högner, que enfatizou o seu, vê muitas coisas positivas na situação actual - a independência poderá, em última análise, ajudar a atrair a atenção para o futebol feminino entre adeptos e patrocinadores. Atualmente se vê como um clube formador, o que pode resultar na saída de quatro a cinco jogadores após a atual temporada.

Desafios financeiros

A diretora esportiva do FC Bayern de Munique, Bianca Rech, está otimista de que o próximo Campeonato Europeu poderá ter um efeito positivo na Bundesliga. A seleccionadora nacional, Martina Voss-Tecklenburg, pede vários jogos de destaque por temporada para aumentar o interesse. Embora estas mudanças tragam uma lufada de ar fresco, elas também desafiam as bases financeiras da estrutura do clube. Högner enfatiza a necessidade de profissionalizar ainda mais a infra-estrutura do clube, por exemplo, criando um relvado híbrido e um novo edifício funcional.

A SGS Essen está numa encruzilhada: as expectativas desportivas mudaram e o desempenho em campo precisa urgentemente de melhorar. Ainda não se sabe como a situação irá evoluir – a pressão na batalha contra o rebaixamento é perceptível. Apesar de todos os desafios, o clube está otimista de que continuará a desempenhar um papel importante no futebol feminino no futuro. Continua a ser emocionante ver se a independência produzirá muitos frutos positivos ou se o apelo ao apoio financeiro se tornará mais forte.