Um jarro quebrado: um dia de tribunal cheio de intrigas no Kurhaus!

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Produção de "The Broken Pitcher" de Kleist no dia 6 de novembro em Hamm: uma noite esgotada cheia de temas tragicômicos e atuais.

Inszenierung von Kleists "Der zerbrochne Krug" am 6. November in Hamm: Ein ausverkaufter Abend voller Tragikomik und aktueller Themen.
Produção de "The Broken Pitcher" de Kleist no dia 6 de novembro em Hamm: uma noite esgotada cheia de temas tragicômicos e atuais.

Um jarro quebrado: um dia de tribunal cheio de intrigas no Kurhaus!

O que acontece entre as cenas do WLT de Colônia? Na quinta-feira, 6 de novembro, a produção da comédia de Heinrich von Kleist “The Broken Jug” será apresentada no Kurhaus às 19h30. É uma reflexão divertida e ao mesmo tempo deprimente sobre honra, consciência e poder, que levanta questões explosivas para os dias de hoje. O que é particularmente entusiasmante é que o evento já está esgotado, o que mostra o grande interesse nesta peça e na sua implementação contemporânea. De acordo com presse-service.de, o diretor Ralf Ebeling é conhecido por suas produções tragicômicas e de ritmo acelerado.

Mas sobre o que exatamente é a história? Um dia de tribunal acontece na fictícia vila holandesa de Huisum, ambientada por volta de 1685. Aqui Ruprecht, o noivo da filha de Marthe Rull, Eve, é acusado de quebrar o valioso jarro de Marthe. O próprio Ruprecht afirma que um ladrão entrou na casa e derrubou acidentalmente a jarra. O juiz da aldeia Adam, que não está totalmente focado no assunto - ele tem feridas recentes e perdeu a peruca - está tentando desesperadamente distorcer a verdade para não parecer corrupto e desqualificado. O fato de ele próprio estar envolvido no incidente cria tensão adicional.

As implicações sociais

Em sua obra, Kleist trata de temas que ainda hoje são relevantes, como “fatos alternativos” e “notícias falsas”. A situação confusa do juiz, que tem de julgar um delito que ele próprio cometeu, demonstra de forma impressionante a confusão entre o certo e o errado. A comédia levanta a questão da integridade na jurisprudência e reflete desenvolvimentos históricos e sociais que se estendem à reforma da administração da justiça. Adam também é mostrado como um personagem que entra em pânico com suas próprias decisões e tenta influenciar as testemunhas.

Um aspecto interessante é que o próprio jarro é um símbolo central da peça. Não representa apenas a perda da virgindade de Eva, mas também a corrupção no sistema judicial. O anterior juiz da aldeia, Adam, não só tem de lidar com o seu próprio constrangimento, mas também enfrenta acusações de hipocrisia à medida que as suas convicções e posição de poder vacilam.

Insights e discussões

Antes da estreia, haverá uma palestra introdutória às 18h45, que oferece aos interessados ​​a oportunidade de se aprofundar no tema. Perguntas e pensamentos podem ser compartilhados aqui enquanto a expectativa do desempenho aumenta.

Vale lembrar que os ingressos para essa emocionante produção já acabaram. Quem ainda quiser saber mais sobre esta peça atemporal certamente encontrará uma boa maneira de não perder futuras apresentações no WLT. Contato para dúvidas da imprensa sobre o evento pode ser feito através da Secretaria de Cultura e Turismo pelo telefone 02381 17-5555.