Hesse tem de pagar 11 milhões de euros pela renovação da própria Fulda!

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De acordo com uma decisão judicial, a renovação da antiga administração fiscal de Fulda custará a Hesse 11 milhões de euros. A responsabilidade é do país.

Die Sanierung des ehemaligen Finanzamts in Fulda kostet Hessen 11 Millionen Euro nach Gerichtsurteil. Verantwortung liegt beim Land.
De acordo com uma decisão judicial, a renovação da antiga administração fiscal de Fulda custará a Hesse 11 milhões de euros. A responsabilidade é do país.

Hesse tem de pagar 11 milhões de euros pela renovação da própria Fulda!

Vivem-se tempos turbulentos em Fulda para o estado de Hesse, que agora tem de investir cerca de 11 milhões de euros na renovação do antigo edifício da administração fiscal. A razão? Uma decisão do Tribunal Regional Superior de Frankfurt que deixou o país desamparado num processo contra o proprietário privado Patrizia Immobilien Kapitalverehrungsgesellschaft mbH. Hesse esperava recuperar do proprietário os custos da renovação interior, que incluiu trabalhos de reboco nas paredes e tetos, mas o tribunal viu as coisas de forma diferente. Surpreendentemente, as obrigações do proprietário limitavam-se apenas ao telhado, compartimentos e estrutura de suporte, deixando a responsabilidade pela renovação interior ao estado de Hesse Fuldaer Zeitung.

As reformas no centro governamental de Fulda não são apenas caras, mas também demoradas. Considerando que a renovação está prevista para durar até 2028, surge a questão dos contratos de arrendamento: durante o período de reparação, o Estado passará a pagar o dobro da renda. Isto não afecta apenas o centro de autoridade, mas também outras propriedades, como um ministério social vazio que teve de ser demolido em 2021 porque estava em ruínas. Aqui os custos adicionais somam mais cinco milhões de euros, que o Estado tem de cobrir além dos custos de renovação Hessenschau.

Consequências políticas e críticas públicas

A situação também colocou o sindicato da polícia (GdP) em ação. Isto descreve o projeto imobiliário LEO como um “desastre”. Há críticas aos edifícios degradados e à dupla despesa financeira, o que acaba por constituir um fardo para os contribuintes. O PIB apela a uma contabilidade honesta e à responsabilidade política, enquanto o país ainda tem de pagar rendas por instalações vazias Fuldaer Zeitung.

Apesar do esclarecimento jurídico, os cidadãos e inquilinos ficam muitas vezes perturbados com renovações relacionadas com a energia e renovações durante os arrendamentos em curso. Uma rápida olhada na situação jurídica mostra que os proprietários são responsáveis ​​pela manutenção do imóvel alugado, mas os custos podem ser repassados ​​aos inquilinos para modernizações que vão além do mero trabalho de manutenção. Estas regulamentações podem rapidamente levar a pontos de discórdia, especialmente se não houver acordos claros no contrato de aluguer. A responsabilidade pessoal é necessária aqui e é aconselhável conversar com o proprietário antes dos trabalhos de renovação ZDF.

O veredicto e os desenvolvimentos subsequentes levantam muitas questões: Como evoluirá a situação nos próximos anos? E estará Hesse realmente no caminho de escapar desta miséria financeira? Os próximos meses ficarão evidentes, mas por enquanto o governo estadual continua obrigado a lançar luz sobre a escuridão das transações imobiliárias.