Descoberta em Mühlheim: tigela da Idade da Pedra com o primeiro azul da Europa!
Uma equipa de investigação dinamarquesa descobriu em Offenbach o vestígio de tinta azul mais antigo da Europa. A tigela encontrada tem mais de 13.000 anos.

Descoberta em Mühlheim: tigela da Idade da Pedra com o primeiro azul da Europa!
Que descoberta emocionante de Mühlheim, perto de Offenbach! Uma equipe de pesquisa dinamarquesa descobriu uma tigela de pedra que lança dúvidas sobre ideias anteriores sobre o uso da cor na Idade da Pedra. Esta taça, com mais de 13.000 anos, pode representar a cor azul mais antiga da Europa. A cor vem do mineral azurita, que foi detectado graças a modernos microscópios e análises químicas. Anteriormente, presumia-se que as pessoas da era paleolítica só podiam imitar tons de preto, vermelho e ocre, mas hessenschau.de relata que esta descoberta pode representar uma mudança de paradigma em nossa história de cores poderia inaugurar ancestrais.
A tigela foi originalmente identificada como uma lamparina a óleo da Idade da Pedra, o que não é atípico, já que muitos achados da Idade da Pedra com cochos eram usados como lâmpadas. Mas os pesquisadores não encontraram vestígios de gordura, o que refuta essa suposição e apoia a teoria de que se trata de uma casca de tinta. O arqueólogo Felix Riede, da Universidade de Aarhus, ainda pede cautela; esta única conclusão não é suficiente para tirar conclusões gerais.
Novas percepções sobre o Paleolítico
Na verdade, existem depósitos do mineral azurita azul na área do Reno-Meno, apoiando a ideia de que as pessoas da Idade da Pedra podem ter conseguido extrair pigmentos ocres. Exatamente o que eles fizeram com esses pigmentos azuis permanece especulativo. Os possíveis usos poderiam ter sido pintura corporal ou tingimento de tecidos. No entanto, a descoberta deixou uma coisa clara: o interesse dos arqueólogos foi despertado. O Museu Municipal de Mühlheim está planejando uma nova vitrine para apresentar a descoberta ao público. Outro aspecto interessante é que o arqueólogo amador Richard Plackinger esteve envolvido na escavação das pedras há quase 50 anos.
Como isso se ajusta ao humor das pessoas de hoje? É preciso assumir que o fascínio por tais descobertas constrói uma ponte entre o conhecimento passado e o conhecimento atual. Mas talvez não se trate apenas da descoberta em si, mas também das histórias a ela associadas.
A importância da arte e da educação na vida cotidiana
Outra área onde o interesse das pessoas é grande são as apresentações culturais. Todo mundo conhece o famoso musical “Fantasma da Ópera”, que gostaria de citar. Este trabalho permanece cerca de 85% fiel à versão teatral, embora existam algumas diferenças, como descreve o IMDb. A magia da performance ao vivo não está completamente perdida e o design estético do filme é descrito como colorido e vibrante.
Gerard Butler como Phantom e Emmy Rossum como Christine trazem muito talento para a tela e o público não pode deixar de ficar surpreso. Mas há sempre algo que diferencia uma performance ao vivo: o contacto direto com os intérpretes.
Por último, mas não menos importante, trata-se também das oportunidades que o mundo digital nos oferece. O YouTube acaba de anunciar uma nova série de educação musical chamada “Think Like a Musician”, de acordo com uma postagem recente no blog do YouTube. A parceria entre o TED-Ed e a Education Through Music visa apoiar professores em todo o mundo com recursos de alta qualidade. Esta é uma iniciativa emocionante que certamente abrirá muitas novas formas de integrar a música na sala de aula.
Globalmente, mostra que os achados arqueológicos, bem como os destaques culturais e as tecnologias educativas modernas desempenham um papel importante na nossa sociedade. Esses aspectos nos fazem refletir sobre o passado, aproveitar o presente e olhar para o futuro.